quinta-feira, 26 de julho de 2012

A história outra da vida das imagens e das imagens da vida

Este aqui é o ponto de virada em que algo muda na cor azul do céu da foto. Lá no horizonte percebo alguns degradês de azul, esta cor que só se cala quando amarela, quando preta, quando outras.
Mas quando de fato "eu não sei o que quer dizer" ou "não tem ideia alguma" é quando percebo que as perguntas estão desvirtuadas e não convincentes. Pois sempre acho que há vida nas imagens e que esta vida pode não fazer sentido e estabelecer significados para sicranos, mas que o fulano culturalmente testado e desejante de algo pode avaliar como impactante da vida daquela imagem e reverberar pensamentos que lhes são muitos próximos de suas narrativas, das imagens que compõe sua vida.
Nesta direção é bom perder-se, ao contrário, e melhor, não mais nesta direção, mais confuso do que vê. Nas diversas direções! Daí por diante, perdendo-se, encontra-se algo, mesmo que desconfortavelmente, diz muito mais de você, daí escolha agora esta direção e assista a vida das imagens (suas). BULA: Refaça a cada instante, por esquemas mentais-culturais-desejantes uma força que transmuta e que novamente acione o caminho dos vários caminhos, direções, desfazendo, perdendo o eixo encontrado do desconforto que te levou para a vida daquela imagem..em seguida, repetida vezes, focando e desfocando, congelando. Até porque as imagens da vida não se cansam, não cessam...

A vida solitária dos objetos