quinta-feira, 5 de abril de 2012

despersonificação e individuação do diário 01

Há uns dias atrás houve fulano enriquecendo o imaginário e os processos de subjetividade de qualquer um.
Fulano esteve muito enganado sobre seu espaço-tempo de outrora. É risível, eu ri também.  Mas qualquer um não contava com a agilidade das facetas transpostas por fulano, uma máscara atrás de outra. Fulano sempre soube dos acontecimentos que transpunham o seu dia-a-dia. Até aí tudo bem, nada de novo. Apenas repetição; em alguns casos uma repetição incomoda, dolorida..pedrinha que acabou de entrar no sapato. SAPATO-MENTE. Esta pedra é aquela outra, nunca esta, sabe?
O fato é que fulano aconteceu por um outro modo, alguém disse-lhe sobre um achado diário. Diário a ser escrito e não mostrado para ninguém. Coisa de fulano em qualquer um. dévem! Mas a senhora sugeriu que escrevesse mesmo assim ( ) inconstantes palavras de coisas para soltar. Soltar é libertar, libertar pode ser prender outros. Mas fulano reagiria bem se libertassem pelas palavras seus afectos maus.
Qualquer um ficou notívago, dividido...está ainda. Fulano pôs a meditar, meditou, o rio nunca parou de correr mesmo, e estupefado da mesma folha seca passar no mesmo lugar do rio e lhe apurrinhar escreveu suas primeiras palavras:

"Desde de criança violentado pelas imagens anais, fetais, dos falos, das cruzes, do desmembros, da violência, da coisa, do mundo, do intimo, do perverso, da bondade, nunca soube dizer o que ra o que? Só os outros que foram cercando...hoje me sobra desejos, medo, inquietações, vontade...dúbias e momentaneas...olhares. Os olhares me deixam bem, eles são arriscados já me bastam!"

Os enunciados do fulano foram assim, mais ou menos assim, não se sabe ao certo...essas transcrições e traduções despotencializam qualquer essência. talvez isto seja interessante. A língua, que língua era? Também não se sabe, são coisas de devaneios, e parecem que são latentes.

tava escrito a dordomundo no blog: Lillydicine's.
Mas acho que não é, não é!