sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sitiados - crônica de uma não-revolução

Quando apontei a esquina vi que lá não poderia mais esquinar...todos estavam em prantos/choros/ alguns gozos.
Perguntei o que fazer? E eu mesmo respondi: nada! "nada melhor do que nada na cuca" "gozar,com você"
Porém o desespero dos términos dos minutos, dos ponteiros corriam rapidamente...e lá na multidão, já não se viam os contornos, só aflição. O tempo não quis parar. Tornei, retornei, enfrentei. Porque o outro estava sem funcionar direito. Estas foram as palavras/charges de rostos de cúmplices. Descreditei os méritos de outrora, o zangão fugiu/mentira, está aqui. Mas adianta o quê? O bando é só mais um bando. O sítio, o sitiado e o sitiante só querem o mesmo. COMO DIZ MOroso em inglês? foi essa brincadeira mesmo, fajuta, simplória. Mas tá formigas no inverno/verão. Trapaceando o vão entre as brechas do existir.

o jogo tá entregue.
Ah, lembrando que nunca quis dizer sobre os maus hábitos,mas eles mesmos perfilam com este jogo de letras.

Um comentário:

  1. o zangão não fugiu: ele está escondido no palacete dele, esperando as coisas se acalmarem, enquanto os soldados e escravos cuidam da sua proteção...

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