segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

(des)afeto



Sei que um é um até quando ultrapassar outras intensidades do cardinal.
Do credo ao afeto, meço palavras de desordem...
Cresci vendo, morri vendo e estou vendo.
Quando visualizar não está naquelas que são técnicas mas que virão a ser: algo, nem lá nem cá, mas serão/são
Antipatia agencia com alegria estas e outras, mas onde estará aí a potência da ação.
Mas como disseram lá atrás, o afeto é pensamento(?) que não vai representar algo algum, nada mesmo de tudo!
ENTÃO SUA PREOCUPAÇÃO É ONTOLÓGICA E METAFISICA: hÃ! 
Não, sou só um emaranhado de forças existenciais, pinicando a materialidade, usurpando sentidos e rea(l)vivendo os mitos, e o fora daqui de dentro.
Este é o trocadilho do jogo. Você entende algo do nada que eu nunca tentei dizer.
E não ver algo mais risível da palavra desta superfície


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sobre a (re) volta daqui

Há tanto tempo que fujo e que me perco para aqui chegar. No inabitável lar das palavras que orientam a tensa perversidade da bondade humana. Cá estou de retorno, não dos impios, nem dos justos, mas do ser, qualquer um é um. O mesmo é a (des)semelhança da diferença do outro (que não é só ser).
Minha casa-mata é no outro lugar que quero ver lá adiante. Os refúgios confortantes daquilo que ainda não sei dizer, mas quem sempre disse a todo momento....o chaos.
Me prega de violência, a tenra ideia de saber isto. Por isto, exatamente, que me faço de louco, pois sei que nunca saberei dizer aquilo-outro.
Mesmo na retomada, fica evidente que nunca quero dizer nada...do nada eu nada sei sobre tudo.
Diga-se feliz da retomada.