sábado, 30 de julho de 2011

Nas inutilidades do pensamento

Lá embaixo eu sentia cheiro de conspiração. Cada letra queria um sabor novo, um cheiro que não era conhecido, uma imagem que não está ali: visível!
Ademais, tanto subjetivação não vale realmente nda, pois me flexiono contraditoriamente nos meios escuros do mesmo. Sempre o mesmo tal mais do mesmo. Engana-se, enganei-me, iludi-me, inebriei-me com aquilo que por ora foi sempre aquele velho aquilo e conhecido, e que eu cansava de almejá-lo como algo novo, surpreendente e provocativo.
Essas palavras sempre desejam ser blefes, sempre me traem, nunca dizem o que realmente querem dizer. As palavras são sempre fruto do pensamento e de algo que já foi quase inconcebível....mas aqui se fazem por reconhecidas e codificadas!
Porque então sempre esconder o que está claro: signos são sempre signos, códigos são sempre eles...mudam, mesclam, agenciam-se, finge-se..mas estão sempre desejando uma razão!

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