terça-feira, 27 de julho de 2010

Afirmando nada!

Ao tentar explicar, já penso que explicado nada será, uma vez que utilizo das palavras e entendo que estas não o bastam, nem mesmo as imagens ou os sons, e ainda, algo que irá apenas servir de códigos para algum dos nossos “sentidos”. Pensem no CsO!


Antes de tudo, também, é válido ressaltar o quanto inócuo este possa parecer, assim como tudo até hoje. Então um novo modo de pensar, com certeza este não é e muito menos é algo que já foi pensado. Prepotente!? gostaria de ser ao repugnar e ignorar todos modos, os velhos e os novos, pois aqui mesmo, já estão marcas do pensar binário. E se, eu disser que devemos estar sobre situação de suspeita para melhor entendermos os movimentos e as mudanças em contrapartida da segurança de um modo de pensar, estarei enclausurado numa sala, tentando sair, mas ao sair pode ser que entremos em uma outra sala com grades. É possível que no caos não tenhamos algum espaço-tempo sem jaulas? Se sim, e o que virá ou existirá após ou FORA dele?

sábado, 17 de julho de 2010

O começo do nada

Dentro do caos e das várias possiblidades de realidades que interagem continuamente no mesmo espaço-tempo, eu peço que nada esteja razoavelmente confortável e racionalmente subjetivo.
Ao esboçar este, não pretendo dizer algo realmente de concreto, mesmo que isto já seja uma concretude, mas nunca haverá unanimidade, sempre contrariedade. Estou almejando jogar com as palavras e com tudo que já foi dito e pensado, pois este também tem sua força. Se este for mais um discurso que o seja similar ou coincida com outros pensamentos, não vou pedi perdão, pois utilizo daquilo que está ou foi lançado no caos.